InterpleitoEleições 2026 sem complicação

Apuração · Presidente 2026

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Painel independente e não oficial. Resultados lidos diretamente do site do TSE pelo seu navegador; sem vínculo com o TSE, partidos ou candidatos. Previsões e "chances" são estimativas de um modelo estatístico, não pesquisas eleitorais. Sobre e metodologia

Eleições 2026 · Presidente, governadores e Congresso

A eleição explicada, sem complicação

O resultado oficial do TSE, o 2º turno entre Flávio Bolsonaro e Lula, as pesquisas e o que está em jogo para o Brasil, em linguagem simples, para você decidir bem informado.

Em 1 minuto

O essencial do que aconteceu até agora.

O que está em jogo no dia 25

Mais do que dois nomes: são duas visões sobre o seu bolso, a sua segurança e a sua liberdade.

Por onde começar

Toque na pergunta que você quer ver respondida.

As próximas datas

    Para quem é este site

    Para quem quer acompanhar a eleição sem precisar ser especialista. Aqui você encontra o resultado oficial, as pesquisas e os números que importam, explicados em português claro.

    Os resultados vêm direto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os números da economia vêm do Banco Central e do IBGE. Cada informação traz o link para você conferir.

    Site independente e não oficial, sem ligação com o TSE, partidos ou candidatos.

    Nossa visão

    O Interpleito parte de uma convicção: o Brasil prospera quando a família é forte, o Estado gasta com responsabilidade e cada pessoa tem liberdade para trabalhar, empreender e dizer o que pensa. É desse ponto de vista, liberal na economia e conservador nos valores, que escolhemos os assuntos e escrevemos as análises.

    Os números não têm lado: resultados, pesquisas e cotações aparecem exatamente como saíram das fontes oficiais. Se você pensa diferente, seja bem-vindo: aqui você encontra dados confiáveis e argumentos apresentados com respeito.

    Achou útil? Mande para alguém que também quer entender a eleição.

    O Brasil em jogo

    O que a eleição muda na sua vida

    Os grandes temas do 2º turno, com números oficiais. Para cada um: o dado, o que ele significa e, para ser justo, o outro lado.

    Entenda

    A eleição em perguntas e respostas

    Tudo o que você precisa saber para votar no dia 25 e para entender o que aparece neste site.

    Quando e em que horário eu voto?

    No domingo, 25 de outubro, das 8h às 17h, horário de Brasília, no país inteiro. Quem mora em outro fuso começa mais cedo no relógio local: em Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima e na maior parte do Amazonas, a votação vai das 7h às 16h; em Fernando de Noronha, das 9h às 18h.

    Vale o mesmo local do 1º turno. Para presidente, o país inteiro vota; para governador, só quem mora no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins.

    Fonte: calendário eleitoral do TSE (Res. 23.760/2026)

    Que documento eu levo?

    Um documento oficial com foto: RG, carteira de motorista, carteira de trabalho, passaporte ou carteira de reservista. Vale mesmo vencido. O título de papel não é obrigatório.

    Também vale o e-Título no celular, desde que apareça a sua foto (isso só acontece para quem já fez a biometria). Certidão de nascimento ou de casamento não serve.

    A biometria não é obrigatória: se a digital não for reconhecida, o mesário pede o seu ano de nascimento. O celular não entra na cabine.

    Fonte: TSE

    Não votei no 1º turno. Posso votar no 2º?

    Pode e deve. Cada turno conta como uma eleição separada. A falta no 1º turno precisa ser justificada à parte, até 3 de dezembro, pelo aplicativo e-Título, pelo site do TSE ou no cartório eleitoral.

    Quem não puder votar no dia 25 tem até 8 de janeiro de 2027 para justificar. A multa por turno não justificado é de até R$ 3,51.

    Fonte: TSE

    O que posso e o que não posso fazer no dia da eleição?

    Pode: manifestar seu voto de forma individual e silenciosa, com bandeira, broche, adesivo ou camiseta do seu candidato.

    Não pode: fazer boca de urna, pedir voto, distribuir santinhos, juntar grupos com roupa padronizada ou publicar conteúdo novo de campanha nas redes. O que já estava publicado antes pode continuar no ar.

    Fonte: Res. TSE 23.760/2026, Anexo II

    Quando sai o resultado?

    O TSE começa a divulgar os números às 17h (horário de Brasília) do dia 25, quando a votação termina em todo o país. Neste site, o placar aparece na página inicial e na aba de apuração, atualizado direto do TSE.

    Por que tem 2º turno?

    Para presidente e governador, só vence no 1º turno quem tem mais da metade dos votos válidos. Em 4 de outubro ninguém chegou lá: Flávio Bolsonaro teve 47,03% e Lula, 45,16%. Por isso os dois disputam de novo no dia 25, e quem tiver mais votos válidos vence.

    O que são votos válidos?

    São os votos dados a algum candidato. Brancos e nulos ficam de fora da conta. É sobre os válidos que se calcula quem passou de 50%.

    Votar em branco ou anular ajuda alguém?

    Não diretamente: brancos e nulos são descartados. Na prática, porém, eles diminuem o total de votos válidos, e quem está na frente precisa de menos votos para vencer. Quem quer influenciar o resultado precisa escolher um dos dois.

    Se mais da metade votar nulo, a eleição é anulada?

    Não. Isso é um boato antigo. Votos nulos e brancos não são válidos e não entram na conta, por mais numerosos que sejam.

    Fonte: TSE

    Pesquisa é a mesma coisa que previsão?

    Não. A pesquisa entrevista uma amostra de eleitores e mostra um retrato daquele momento, com margem de erro. A previsão usa as pesquisas, o resultado do 1º turno e o histórico de erros para estimar as chances de cada um. Nenhuma das duas garante o resultado.

    Toda pesquisa precisa ser registrada no TSE cinco dias antes de ser divulgada, com quem pagou, quanto custou e como foi feita. O TSE não confere os números: só age se alguém reclamar.

    Por que as pesquisas erraram no 1º turno?

    Na véspera, a média das pesquisas dava Lula cerca de 1 ponto à frente; nas urnas, Flávio venceu por quase 2. Não há uma explicação única. As hipóteses mais citadas são a dificuldade de ouvir eleitores que não respondem a pesquisas, a mudança de voto na última hora (o "voto útil") e a abstenção, que foi alta. Em 2022, o erro também foi para o mesmo lado.

    As primeiras pesquisas do 2º turno estão registradas para 8 de outubro (Datafolha e PoderData) e 9 de outubro (AtlasIntel).

    Quando os eleitos tomam posse?

    Pela primeira vez, a posse não será em 1º de janeiro. O presidente assume em 5 de janeiro de 2027 e os governadores em 6 de janeiro, pela Emenda Constitucional 111. Deputados e senadores tomam posse em 1º de fevereiro.

    Fonte: EC 111/2021

    De onde vêm os números deste site?

    Os resultados vêm direto do site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), lidos pelo seu próprio aparelho. Pesquisas citadas têm registro no TSE e ficha técnica. Os dados da economia vêm do Banco Central e do IBGE. Cada informação traz o link para você conferir.

    Este site guarda meus dados?

    Não. Não há cadastro, login nem rastreamento. As poucas preferências (como a última aba aberta) ficam guardadas só no seu aparelho.

    O site é de algum partido ou candidato?

    Não. É uma iniciativa independente, sem ligação com partidos, candidatos ou com o TSE. A nossa visão editorial está explicada na página inicial e no "Sobre": liberal na economia e conservadora nos valores, com números sempre exatos e fontes abertas.

    As palavras difíceis

    Termos que aparecem no noticiário e neste site, explicados em uma frase.

    Votos válidos
    Os votos dados a candidatos. Brancos e nulos não entram.
    Maioria absoluta
    Mais da metade dos votos válidos. É o que se precisa para vencer no 1º turno.
    Abstenção
    Eleitores que não foram votar. No 1º turno de 2026 foi de 21,1%, a maior desde 1998.
    Margem de erro
    Quanto o número de uma pesquisa pode variar para cima ou para baixo. Com margem de 2 pontos, 45% significa algo entre 43% e 47%.
    Nível de confiança
    A chance de o resultado real estar dentro da margem de erro. O mais comum é 95%.
    Empate técnico
    Quando a diferença entre dois candidatos é menor do que a soma das margens de erro: a pesquisa não consegue dizer quem está na frente.
    Rejeição
    A parcela de eleitores que diz que não votaria de jeito nenhum em um candidato.
    Voto útil
    Quando o eleitor deixa seu preferido, sem chance, para votar em quem pode ganhar.
    Projeção
    Estimativa do resultado final feita durante a apuração, a partir das urnas já contadas em cada estado.
    Bancada
    O grupo de parlamentares de um partido ou de uma causa (como a bancada do agro ou a evangélica).
    Quórum
    O número mínimo de votos para aprovar algo. Mudar a Constituição (PEC) exige 3/5: 308 deputados e 49 senadores.
    PEC
    Proposta de Emenda à Constituição. É mais difícil de aprovar que uma lei comum.
    Selic
    A taxa básica de juros, definida pelo Banco Central. Serve de referência para todos os outros juros do país.
    IPCA
    O índice oficial de inflação, medido pelo IBGE.
    PIB
    Tudo o que o país produz em um ano. Serve de régua para comparar dívida, gastos e impostos.
    Dívida bruta
    Tudo o que o governo deve. É medida em % do PIB.
    Ibovespa
    O principal índice da Bolsa brasileira: a média das ações mais negociadas.
    Sub judice
    Situação de quem concorre com o registro ainda em discussão na Justiça; os votos podem ser anulados depois.
    Suplente
    Quem assume a vaga se o titular sair. Cada senador é eleito com dois suplentes.
    Federação partidária
    União de partidos que funcionam como um só por pelo menos 4 anos, inclusive no Congresso.

    Resultado da eleição 2026 para presidente

    Placar nacional

    13 Lula PT
    —
    —
    Projeção final: —
    Carregando…
    ◀ Lulacinza = demais · tracejado = projeção final · linha preta = 50% dos válidosFlávio ▶
    PL Flávio Bolsonaro 22
    —
    —
    Projeção final: —

    Termômetro do 2º turno

    Quanto cada um precisa dos votos válidos que ainda faltam para passar de 50%, e quando o 2º turno fica matematicamente garantido.

    De onde vêm os votos que faltam

    Saldo = votos de Lula − votos de Flávio. Começa no saldo já apurado e soma o saldo esperado dos votos que faltam em cada região (projeção por estado). Barra vermelha favorece Lula; azul, Flávio.

    Mapa

    Linha do tempo da noite

    Cada atualização fica salva neste navegador. Linhas cheias = parcial; tracejadas = projeção final. Eixo horizontal = % de seções apuradas.

    Simulador “e se”

    Mude a margem de Lula nos votos que ainda faltam em cada região, em pontos, em relação ao que já foi apurado em cada estado. Positivo = melhor para Lula; negativo = melhor para Flávio. A incerteza define as chances.

    Pesquisas × urna

    Demais candidatos, brancos, nulos e abstenção

    Votos para presidente por espectro político

    Votos de cada candidato somados pela faixa ideológica do seu partido, da esquerda para a direita. Fonte e notas de cada partido na aba “Espectro”.

    Resultado por região e estado

    Votos de Lula e Flávio por região e estado, com subtotal por região
    Como a projeção é feita

    Para cada estado, os votos válidos finais são estimados dividindo os válidos já apurados pela fração do eleitorado já apurado (campo do TSE que pondera pelo tamanho das seções; mais preciso que o % de seções). Os votos que faltam são distribuídos na mesma proporção já observada naquele estado. Somando os estados, sai a projeção nacional. Isso corrige o efeito de estados que apuram mais rápido ou mais devagar, mas não o de cidades dentro do mesmo estado que chegam em horários diferentes. Estado sem nenhuma urna apurada entra pelo resultado de 2022, corrigido pela variação nacional já observada.

    “Matematicamente” considera o pior caso: todos os eleitores ainda não apurados votando de forma válida no mesmo candidato.

    Governadores 2026: o resultado em cada estado

    Governador

    Carregando…

    Mapa: partido de quem lidera

    Cor do partido do 1º colocado; mais forte = vantagem maior sobre o 2º.

    Todos os estados

    Clique no nome de um estado para ver o detalhe acima.

    Senado 2026: os senadores eleitos em cada estado

    Senador

    Carregando…

    Todos os estados

    Este ano são 2 vagas por estado. A tabela mostra quem está com a 1ª e a 2ª vaga e os 3 seguintes (a linha tracejada separa as vagas). “Vantagem do 2º sobre o 3º” mostra o quanto a 2ª vaga está apertada. Clique no estado para ver o detalhe.

    Mapa: partido do 1º colocado

    Cor do partido de quem está em 1º; mais forte = vantagem maior sobre o 3º (primeiro de fora).

    Espectro político das vagas

    Cada vaga pela faixa ideológica do partido de quem a ocuparia hoje, da esquerda para a direita. Segue o estado escolhido acima (ou Brasil). Fonte na aba “Espectro”.

    Senado completo em 2027 (81 cadeiras) por espectro

    As vagas desta eleição (parcial) somadas aos 27 senadores eleitos em 2022, que ficam até 2031 (pelo partido atual de quem ocupa a cadeira). Segue o estado escolhido acima (ou Brasil).

    Câmara 2026: os 513 deputados federais eleitos

    Câmara dos Deputados — composição parcial

    Carregando os 27 estados…

    Espectro político das cadeiras

    Cada cadeira pela faixa ideológica do partido do candidato que a ocuparia hoje, da esquerda para a direita. Segue o estado escolhido abaixo (ou Brasil). Fonte na aba “Espectro”.

    Deputados federais por estado

    Cadeiras por partido / federação

    Quociente eleitoral = votos válidos ÷ vagas. “Quocientes” = votos do partido ÷ quociente eleitoral. As cadeiras parciais são as que o próprio TSE calcula na parcial (inclui as sobras).

    Candidatos

    “Dentro” = entre os mais votados do seu partido/federação até o número de cadeiras que ele tem na parcial. Quando o TSE publicar a situação oficial (eleito por QP, por média, suplente), ela substitui essa estimativa.

    Direita × esquerda: o peso de cada lado em 2026

    Espectro político

    Onde cada cadeira em disputa ficaria no espectro esquerda–direita, pelo partido de quem está na frente agora. As faixas vêm de uma pesquisa com cerca de 500 cientistas políticos (nota de 0, extrema esquerda, a 10, extrema direita).

    Como os partidos foram classificados (fonte e nota de cada partido)

    Presidente — votos por espectro

    Senado — vagas por espectro

    As 2 vagas de cada estado em 2026 (54 no total; as outras 27 cadeiras do Senado não estão em disputa). Cada ponto é uma vaga, ordenada da esquerda para a direita.

    Senado completo em 2027 — 81 cadeiras por espectro

    As vagas desta eleição (parcial) somadas aos 27 senadores eleitos em 2022, que ficam até 2031 (pelo partido atual de quem ocupa a cadeira, segundo os dados abertos do Senado). Com um estado escolhido, mostra as 3 cadeiras dele.

    Câmara — cadeiras por espectro

    Cada ponto é uma cadeira, pelo partido do candidato que está dentro na parcial, ordenada da esquerda para a direita.

    O novo Congresso de 2027: quem sai, quem chega e o jogo do poder

    Inteligência do 1º turno

    O que o resultado significa em poder: Congresso de 2027, governadores e governabilidade. Recalculado a cada atualização da apuração.

    Projeção de poder: quem consegue aprovar o quê

    Três campos: Lula (a coligação nacional dele e a esquerda), Flávio (o PL, que concorreu sem coligação) e centrão e independentes (o pêndulo). Em cada cenário, o governo é o campo de quem vencer. Dá para mudar o campo de cada partido no fim desta aba.

    Câmara 2027: ganhos e perdas

    Cadeiras eleitas agora (parcial, pelo partido do candidato eleito) contra a bancada de hoje.

    Senado em 2027 (81 cadeiras)

    As vagas desta eleição (parcial) somadas aos 27 senadores eleitos em 2022, que ficam até 2031.

    Quem sai do Congresso em 2027

    Senadores com mandato até janeiro de 2027 e deputados federais em exercício que não voltam em 2027: perderam a reeleição, perderam a disputa por outro cargo ou não concorreram. Cruzamento das listas oficiais da Câmara e do Senado com as candidaturas e os resultados do TSE.

    Jogo do poder 2027: o que o 1º turno mudou

    Fatos e análises publicados depois da apuração (Mesas da Câmara e do Senado, quóruns, partidos, renovação, 2030), conferidos em fonte. Cada cartão tem o link da matéria.

    Simulador: quem elege os presidentes da Câmara e do Senado em 2027

    Marque os partidos que votariam juntos e veja se o bloco chega à maioria (257 na Câmara, 41 no Senado). Bancadas de 2027 pelo resultado do TSE. A escolha fica salva neste navegador.

    Termômetro de quórum do Senado em 2027

    Quantos senadores cada conta põe do lado da direita, contra as linhas de 27 (CPI), 41 (maioria), 49 (PEC) e 54 (impeachment de ministro do STF).

    Cadeiras do Senado que trocam de dono sem eleição

    Senadores que viram governadores (ou podem virar no 2º turno) e casos na Justiça Eleitoral: quem assume e o efeito no placar.

    Renovação da Câmara por estado

    Governadores 2027

    Campo de cada partido (editável)

    Mude o campo de um partido para testar outra base de governo. Tudo nesta aba é recalculado na hora, e a escolha fica salva neste navegador.

    Fontes, regras e ressalvas

    2º turno 2026: Flávio Bolsonaro × Lula

    Previsão do 2º turno — 25 de outubro

    O que mudou desde o 1º turno

    Cada atualização dos dados desta aba (pesquisas, apoios, mercados, Justiça Eleitoral, correções do painel), com data e fonte.

    Como a previsão é montada

    Premissas

    Mude e veja a previsão mudar na hora. Fica salvo neste navegador.

    Para onde vão os votos dos eliminados

    Cabos eleitorais: a força dos eleitos de 2026 no 2º turno

    Governadores, senadores e deputados federais eleitos fazem campanha até 25/10. Quantos votos cada lado pode ganhar com eles, por estado. As taxas de conversão são ajustáveis; ligue a opção abaixo para somar o efeito à previsão principal.

    Mapa da previsão por estado

    Pelo modelo de transferência aplicado aos votos de cada estado. Vermelho = Lula, azul = Flávio; mais forte = vantagem maior.

    Pesquisas de 2º turno

    Adicionar pesquisa nova

    Fica salva neste navegador; pesquisas feitas depois do 1º turno pesam mais na previsão.

    Governadores no 2º turno

    Termômetro do mercado financeiro

    Como a bolsa e o dólar reagem à eleição: o pregão de hoje em detalhe (abertura, máxima, mínima e fechamento) e o ciclo dos últimos 3 meses até depois do 2º turno.

    Outros sinais

    Nota do Interpleito · Opinião

    O placar que você não pode ver

    Este espaço deveria mostrar a chance de vitória que os mercados de previsão internacionais atribuem a cada candidato. Ele está em branco porque, no Brasil, mostrar esse número passou a ser arriscado.

    Em outros países, esses números aparecem no noticiário como mais um termômetro da eleição, ao lado das pesquisas, dos modelos estatísticos e da reação do mercado financeiro. Aqui, o caminho foi o contrário.

    Em abril, a pedido do Ministério da Fazenda, a Anatel bloqueou 27 plataformas de mercados de previsão, entre elas as mais conhecidas, Polymarket e Kalshi. Em 25 de setembro, a Medida Provisória nº 1.394/2026 foi além: proibiu as apostas de quota fixa no país e também todo conteúdo que oferte, promova, divulgue ou facilite o acesso a elas, independentemente do formato ou da forma de remuneração. O texto não traz exceção para o jornalismo, para a pesquisa acadêmica ou para quem apenas analisa dados.

    Em resumo, a MP nº 1.394/2026:
    • proíbe oferecer, intermediar e anunciar apostas de quota fixa no Brasil, inclusive a partir do exterior;
    • estende a proibição a qualquer conteúdo que divulgue ou facilite o acesso a apostas, pago ou não;
    • não prevê exceção para jornalismo ou análise;
    • permite retirada de conteúdo, multas e bloqueio de sites pela Anatel e pelo CGI.br.

    Na prática, a regra deixa de mirar apenas quem aposta ou quem lucra com apostas e passa a alcançar quem informa. Um percentual público, calculado fora do país, pode ser tratado aqui como propaganda proibida, sujeita às sanções do Código de Defesa do Consumidor, à remoção pelas plataformas e ao bloqueio de sites. Para fiscalizar, o Decreto nº 13.128/2026 criou um comitê que reúne Casa Civil, Secom, AGU, Senacon, a Secretaria de Prêmios e Apostas e a Anatel, entre outros órgãos.

    Não se trata de defender apostas. O Interpleito não incentiva apostas, não tem relação com nenhuma plataforma e cumpre a lei: por isso este espaço continua vazio. Trata-se de outra coisa. Quando a proibição alcança quem apenas informa, ela deixa de proteger o consumidor e passa a podar o debate. Proibir a exibição de um dado não faz esse dado deixar de existir. Só decide quem pode vê-lo.

    Informação não é aposta.

    A MP nº 1.394/2026 vale desde a publicação e ainda precisa ser votada pelo Congresso Nacional. Fontes: MP nº 1.394/2026, Decreto nº 13.128/2026, Agência Brasil (24/04/2026) e Resolução CMN nº 5.298/2026, que proíbe derivativos sobre eventos políticos e eleitorais.

    Ficha técnica das pesquisas citadas

    Todas as pesquisas eleitorais mencionadas no painel, com período, entrevistas, margem de erro, nível de confiança, quem realizou e quem contratou e o número de registro no TSE (Resolução TSE nº 23.600/2019, art. 10).

    Método, fontes e ressalvas

    Sobre o Interpleito

    O que é. O Interpleito é um painel independente, sem fins comerciais e sem vínculo com o Tribunal Superior Eleitoral, partidos, candidatos, institutos de pesquisa ou casas de aposta. Não recebe dados de ninguém além das fontes públicas citadas.

    Nossa visão. O site parte de uma convicção: o Brasil prospera quando a família é forte, o Estado gasta com responsabilidade e cada pessoa tem liberdade para trabalhar, empreender e dizer o que pensa. É desse ponto de vista, liberal na economia e conservador nos valores, que escolhemos os assuntos e escrevemos as análises. Os números não têm lado: resultados, pesquisas e cotações aparecem exatamente como saíram das fontes oficiais. Não somos ligados a partido nem a candidato. Se você pensa diferente, seja bem-vindo.

    Resultados. Os números de votação são lidos diretamente de resultados.tse.jus.br pelo navegador de quem visita a página, a cada atualização. Em caso de divergência, vale o resultado oficial do TSE.

    Previsões. As previsões de 2º turno e as "chances de vitória" são estimativas de um modelo estatístico do próprio painel, que combina o resultado oficial do 1º turno, a transferência de votos dos eliminados e pesquisas registradas no TSE. Não são pesquisa eleitoral e não substituem as pesquisas registradas. A metodologia está descrita em cada aba ("Método, fontes e ressalvas").

    Pesquisas. Toda pesquisa citada tem ficha técnica (período, entrevistas, margem de erro, nível de confiança, quem realizou e quem contratou, número de registro no TSE) na seção "Ficha técnica das pesquisas citadas", na aba Inteligência 2º Turno, conforme a Resolução TSE nº 23.600/2019.

    Mercados de previsão e apostas. O Interpleito não exibe cotações de mercados de previsão nem de casas de apostas: desde a MP nº 1.394/2026, mostrar esses números pode ser tratado como infração. Veja a nota "O placar que você não pode ver".

    Outros modelos. Previsões de terceiros (como a ÍRIS, da VOGA) são citadas com nome, link e data da consulta, e não se confundem com as estimativas deste painel.

    Correções. Informações sobre apoios, bancadas e trajetórias vêm de veículos de imprensa citados em cada item. Encontrou um erro? Ele será corrigido assim que confirmado.